domingo, 27 de fevereiro de 2011
Your smell is intoxicating, my hypnotic poison and, now, my good morning memories. I'm driven crazy about you and, now, about your addictive smell.
sábado, 5 de fevereiro de 2011
Já...
Já sentiste o cheiro do orvalho pela manhã?
Já observaste o nascer do sol, por vontade própria?
Já estiveste um momento em que acreditavas que não sobrevivias depois disso?
Já alguém te empurrou do teu alto de superioridade, mostrando o teu lado negro?
Já amaste alguém com tanta força que só te apetecia chorar?
Já alguma vez deixaste-te ficar tão vulnerável que só te apetecia fechar?
Já alguma vez riste e choraste no mesmo dia pela mesma razão?
Já te deixaste levar pelo sabor do som da tua música favorita?
Já caíste no chão com consciência que mais cedo ou mais tarde te irias levantar?
Já experimentaste alguma coisa que todos diziam para não fazeres e fizeste na mesma?
Já te deixaste estar no teu canto, deixando a felicidade ir para as mãos de outrem?
Já deixaste de amar alguém ou algo, com medo de te magoares?
Já acreditaste que hoje poderia ser o melhor dia da tua vida?
Já tiveste momentos que acreditas que nunca esquecerás?
Já sentiste que não haveria maneira de voltar atrás para emendar teus erros e aceitaste?
Já tiveste alguém que te amasse perdidamente?
Já te enganaram com algo que acreditavas que era verdade?
Já sonhaste com algo que se tenha tornado realidade?
Já sentiste as emoções do que é ser adolescente?
Eu já.
domingo, 30 de janeiro de 2011
Autumn Fall
I was still getting in my way
With that straw hat
That I found in my flat,
What a sunny day for an afternoon
Right when it was feeling so soon
Especially on Autumn fall
And I asked you to take a picture for my wall
"It would be a pleasure for me"
You said to me.
And there I was
With a white long dress with no measuring flaws,
The red lipstick intense
And a red rose near the face just for the suspense.
Yes, it was in that day, sunny,
That your love called you, honey
Shock! I did not need to know that,
So I took my things and my hat,
Grabbed my camera from your hands and walked,
Looked at the church as it clocked,
Felt the wind touching my face
As I promised never to come back to that place.
But I did came back with my cat,
I call her Mrs Hunnypat,
And there you were with flowers
And you said "there's no lovers
Only you and me,
Can you forgive me?"
terça-feira, 18 de janeiro de 2011
Summer has its ups and downs:
| summer heat by *M-a-e-e on DeviantART |
Up - I can wear a bikini.
Down - ...
Up - It's hot.
Down - ... Still thinking
Up - I can go swimming.
Down - ... Hold on your pants, I'm thinking
Up - There's no school.
Down - Ok, ok smarty pants!
quinta-feira, 13 de janeiro de 2011
«You may not be her first, her last, or her only. She loved before she may love again. But if she loves you now, what else matters? She’s not perfect – you aren’t either, and the two of you may never be perfect together but if she can make you laugh, cause you to think twice, and admit to being human and making mistakes, hold onto her and give her the most you can. She may not be thinking about you every second of the day, but she will give you a part of her that she knows you can break – her heart. So don’t hurt her, don’t change her, don’t analyze and don’t expect more than she can give. Smile when she makes you happy, let her know when she makes you mad and miss her when she’s not there.» Bob Marley
terça-feira, 28 de dezembro de 2010
Radio speaking...
*Radio voice*
...Ladies and... Please welcome... by his song...
*Radio voice*
Outra vez, sempre o mesmo, deitada sobre a cama.
Não há nada que faça, nem algo para que me mexa.
Olho no tecto da minha cama e simplesmente não.
Não, não consigo, estou espelhada para este vazio.
Vazio do quê ? pergunto-me eu, apenas não durmo.
A noite ainda começou e o sono fugiu-me depressa.
Divago, divago nos meus pensamentos. Talvez...
Talvez não deveria ter feito aquela pequena sesta.
Agora não durmo, não descanso, ou talvez o faça.
Apenas não o saiba, mas quem sou eu, mera mortal.
Mera sonâmbula, sonâmbula não, ainda aqui estou.
Acordada e bem viva e mexediça, viro-me de lado.
Nada, nada me faz descansar, nem o rádio ligado.
*Radio voice*
...With some great... We present to... the next song...
*Radio voice*
Só música para que eu descontraia, mas não faço.
Não porque não queira, mas porque não consigo.
O corpo está demasiado desperto, não há maneira.
Ou será o cérebro demasiado excitado o culpado?
Agora não me interessa saber quem é o responsável.
Só quero voltar a adormecer, se é o que faço mesmo.
Como sei se adormeci antes deste terrível acidente.
Se simplesmente acordei ? A mim ninguém responde.
Não agora, não neste momento, todos adormeceram.
Tal como eu também o deveria, mas não o faço, não.
Mas quero, quero voltar a dormir, voltar ao meu sono.
Não faz mal que não sonhe hoje, só quero descansar.
Não deve ser muito a pedir, logo eu, menina normal.
Não desejo muito, ou pelo menos acredito muito nisso.
Só quero dormir.
*Radio voice*
...This next song... to say a... goodbye to you all... Goodnight...
*Radio voice*
...Ladies and... Please welcome... by his song...
*Radio voice*
Outra vez, sempre o mesmo, deitada sobre a cama.
Não há nada que faça, nem algo para que me mexa.
Olho no tecto da minha cama e simplesmente não.
Não, não consigo, estou espelhada para este vazio.
Vazio do quê ? pergunto-me eu, apenas não durmo.
A noite ainda começou e o sono fugiu-me depressa.
Divago, divago nos meus pensamentos. Talvez...
Talvez não deveria ter feito aquela pequena sesta.
Agora não durmo, não descanso, ou talvez o faça.
Apenas não o saiba, mas quem sou eu, mera mortal.
Mera sonâmbula, sonâmbula não, ainda aqui estou.
Acordada e bem viva e mexediça, viro-me de lado.
Nada, nada me faz descansar, nem o rádio ligado.
*Radio voice*
...With some great... We present to... the next song...
*Radio voice*
Só música para que eu descontraia, mas não faço.
Não porque não queira, mas porque não consigo.
O corpo está demasiado desperto, não há maneira.
Ou será o cérebro demasiado excitado o culpado?
Agora não me interessa saber quem é o responsável.
Só quero voltar a adormecer, se é o que faço mesmo.
Como sei se adormeci antes deste terrível acidente.
Se simplesmente acordei ? A mim ninguém responde.
Não agora, não neste momento, todos adormeceram.
Tal como eu também o deveria, mas não o faço, não.
Mas quero, quero voltar a dormir, voltar ao meu sono.
Não faz mal que não sonhe hoje, só quero descansar.
Não deve ser muito a pedir, logo eu, menina normal.
Não desejo muito, ou pelo menos acredito muito nisso.
Só quero dormir.
*Radio voice*
...This next song... to say a... goodbye to you all... Goodnight...
*Radio voice*
sábado, 25 de dezembro de 2010
A areia granulada é sentida nos pés descalços da menina morena.
Ainda está fria e húmida.
Passo a passo.
A chuva bate na sua doce cara, e cada gota misturada com a maresia que o mar transporta graças ao vento, toca na sua face, agora voltada para o céu.
Passo a passo.
O céu azul transforma-se num céu amarelo e rapidamente acinzentado.
Passo a passo.
O mar revolta-se, mexe-se mais, quando a sente cada vez mais perto dele.
Passo a passo.
Ela avança cuidadosamente, o seu vestido branco, transparecendo o corpo graças à água, esvoaça cada vez mais com o vento que se aproxima rapidamente contra ela.
Passo a passo.
Mas ela não desiste de aproximar, o medo apodera-se dela, nota-se na sua cara.
O mar ainda mais revoltado, levanta-se numa onda de um cinco metros, ameaçando-a de afogar.
Cada vez mais decidida a menina, o mar não a pára, não hoje, não agora.
A apenas uns passos da onda grande que o mar criou, a pequena menina olha para cima, para a crista da onda, de cara molhada, olhos lavados, coração batendo com força contra o peito.
O mar louco, raivoso, desejando engolir-la na sua fúria, intrusa a menina que o invade na sua calma privacidade. Ela olha para ele, e uma lágrima de um vermelho vivo como sangue nasce nos seus olhos azuis da cor de um mar tempestuoso, e preenche o branco dos olhos. Ela fecha os olhos pela primeira vez e a vermelha gota salgada como o sangue, brotada do íntimo do seu delicado coração cai sobre o vestido branco, manchando-o mais e mais, quase o tornando vermelho também. A menina abre os olhos, olha para a onda e abre os braços como que para um abraço ao mar.
A pequena menina funde-se com o mar. A onda desvanece, o mar acalma, o sol volta a aparecer, o vento descansa, a praia aquece.
Como se nada tivesse acontecido
Passo a passo.
Passo a passo.
Passo a passo.
Mais um suave passo.
O mar louco, raivoso, desejando engolir-la na sua fúria, intrusa a menina que o invade na sua calma privacidade. Ela olha para ele, e uma lágrima de um vermelho vivo como sangue nasce nos seus olhos azuis da cor de um mar tempestuoso, e preenche o branco dos olhos. Ela fecha os olhos pela primeira vez e a vermelha gota salgada como o sangue, brotada do íntimo do seu delicado coração cai sobre o vestido branco, manchando-o mais e mais, quase o tornando vermelho também. A menina abre os olhos, olha para a onda e abre os braços como que para um abraço ao mar.
Mais um último passo.
A pequena menina funde-se com o mar. A onda desvanece, o mar acalma, o sol volta a aparecer, o vento descansa, a praia aquece.
quinta-feira, 14 de outubro de 2010
Be for BeLOVED or for BeTRAYED ?
How can I trust you, if you don't trust me?
How can I love you, if you don't give me what I need?
How can I know that you'll be really mine
If you always leave me before nine?
How can I tell that you'll always be there
If what you do to me is not even fair?
How can we stick together
If you stop saying "I love you forever"?
How can I believe you , if you always change your mind?
How can I commit to you, if you treat me like a child?
How can I embrace you, if you never call my name?
How can I support you, if you never hold my hand?
How can I take care of you, if you always let me aside?
How can I forgive you, if you always tell a lie?
How can I give you my heart
If you are are always tearing me apart?
How can you give me an affirmative answer
If you see me not as your love, but as your cancer?
How can we be a couple
If your love becomes double?
How can you seduce me to change
To let me give you one more chance?
How can I love you, if you don't give me what I need?
How can I know that you'll be really mine
If you always leave me before nine?
How can I tell that you'll always be there
If what you do to me is not even fair?
How can we stick together
If you stop saying "I love you forever"?
How can I believe you , if you always change your mind?
How can I commit to you, if you treat me like a child?
How can I embrace you, if you never call my name?
How can I support you, if you never hold my hand?
How can I take care of you, if you always let me aside?
How can I forgive you, if you always tell a lie?
How can I give you my heart
If you are are always tearing me apart?
How can you give me an affirmative answer
If you see me not as your love, but as your cancer?
How can we be a couple
If your love becomes double?
How can you seduce me to change
To let me give you one more chance?
Written by RockSye'Anne and Marieanne
segunda-feira, 27 de setembro de 2010
Quem sou eu ?
Nunca fiz uma boa apresentação sobre quem sou eu na verdade. Por isso aqui vai:
![]() |
| Letter by ~prajiturelemov |
De facto sou alguém desconhecida por dentro. O exterior é a única coisa que reconhecem em mim. Sou apaixonada, como muitos, mas não pelas mesmas razões que os outros, pois não amo alguém ou algo: simplesmente AMO. Detesto viver apenas no mundo, por isso adoro observá-lo: as reacções dos outros, tal como as minhas próprias. Sou imensamente curiosa, estudo cada milímetro do que se depara perante mim. Não gosto de guardar os meus segredos dentro de mim: gosto de exprimi-los perante a escrita, o desenho, a fotografia. Considero loucos aqueles que não entendem a minha loucura de viver. Facilmente apanho um sorriso com uma simples borboleta, ou uma flor que floresça sozinha apesar das suas condições. Gosto de me comparar especialmente a uma flor silvestre: comum entre muitas outras flores, mas reconhecida pela sua capacidade de força, apesar do seu aspecto fragilizado. Caracterizar-me por completo seria afirmar que me conheço totalmente, e isso não é ainda uma verdade.
sábado, 25 de setembro de 2010
Doce e fina felicidade
![]() |
| JUMP JUMP JUMP by ~Neneisme on DeviantART |
Temos uma imagem na nossa cabeça - é como um veneno - que a felicidade nunca é realmente alcançável, que nunca está lá quando a tentamos apanhar. Será que é verdade ? Acredito, e espero que seja verdade o que penso, que nós apreciamos pouco aquilo que obtemos. Tudo o que é dado é simplesmente fácil de mais. Tudo o que nós lutamos é mais merecedor, mais enriquecedor para a nossa alma, e com isso aprendemos uma nova experiência. É por isso que a vida nos parece tão difícil.
Felicidade é relativa. E não nos damos conta dela facilmente. Reparamos mais nas coisas negativas que nos acontecem, porque elas nos magoam. Mas não reparamos tanto na felicidade que é de estar com os nossos amigos e divertirmo-nos. Nem tão pouco na felicidade de estarmos lado a quem amamos, só pensando nos problemas que as pessoas amadas nos trazem, não no que nos fez apaixonar por elas. Ou ainda no simples facto de uma borboleta nos vir beijar a mão, e nós a enxotarmos, arrogantes mortais como somos.
Tudo na vida é difícil. Não devemos deixar de acreditar nisso. Mas agora o nível de dificuldade irá sempre ser diferente dependendo da maneira como lidamos com os problemas que nos aparecem, e para tudo mudar, basta um sorriso suave, ligeiro, sincero. Pois, apesar de a vida ser difícil, se ela assim não o fosse, nunca seríamos capazes de entender tanto quanto entendemos hoje: a vida é uma experiência docemente picante.
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